Uma infinidade de bandas e músicos conquistou meu respeito e verdadeira adoração esse ano. O que é meio complicado quando o "estilo" foge um pouco do que eu costumo ouvir/curtir. Mas aí tem esse meu amigo Luís Gustavo, que tem um gosto musical parecido comigo e que já me fez viciar em pelo menos umas quatro bandas. Entre essas bandas está a Supercombo. Digamos que num primeiro momento a banda não me agradou muito: foi necessário eu ver um cover de uma música deles pra derreter o gelo. E eu derreti. A Supercombo foi me conquistando aos poucos com suas melodias bem trabalhadas, passeando pelo eletrônico. Sem contar com o vocal do Léo Ramos que é incrível. Apesar do pouco tempo de estrada (a banda existe desde 2007), eles já têm três trabalhos lançados: Festa? de 2008, um EP que leva o nome da banda e saiu ano passado e o excelente Sal Grosso que saiu do forno em 2011 e ainda tá quentinho. Meu amigo Luís e eu estamos ansiosíssimos para que essa turnê deles passe por Santa Catarina. E como estamos.
Ficou curioso pra saber mais sobre esses guris do Espírito Santo? Aqui ó:
facebook.com/supercombooficial
www.supercomborock.com.br
@Supercombo
Enjoy!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Happy new year
2011 já tá quase no fim e eu fiquei aqui tentando recapitular alguns dos acontecimentos mais marcantes desse ano que, pra mim, foi uma grande porcaria. Fiz coisas que me envergonhariam pelo resto da minha vida, talvez nem tão graves, mas sou meio exigente comigo mesma. Mas como nem tudo é uma grande tragédia, aconteceram também coisas divertidas pra compensar. Estive em vários lugares esse ano. Várias cidades, bares, histórias, cervejas e ressacas. Vi shows incríveis e a maioria me proporcionou aventuras que não podem ser comentadas aqui. Conheci pessoas maravilhosas e que pretendo manter amizade pelo resto da vida. Viajei bastante e senti bastante saudade de casa também. A parte boa do ano foi intensa; não existe melhor adjetivo pra descrever. A metade ruim também foi: tranquei um semestre da faculdade, fiquei meio confusa e perdida. E confesso que isso resultou numa sucessão de cagadas gigantescas. Acontece. Vi pessoas virarem a cara pra mim por eu escolher ficar ao lado dos meus amigos, por optar priorizar o que era mais importante e verdadeiro. Paciência. Teve a catástrofe da enchente que fez com que eu sentisse um carinho por Rio do Sul que eu não imaginava sentir. Enfim, foi um ano de altos e baixos. Não espero que 2012 seja melhor e aquela coisa toda de renovação e blablabla. Só espero sinceramente não achar a vida tão merda e fazer tanta besteira como eu fiz esse ano. Não vou fazer planos, mas posso fazer alguns pedidos: quero mais viagens, mais pessoas, mais músicas, mais fotografias e mais serenidade. E que venha (logo) 2012.
domingo, 11 de dezembro de 2011
São poucos os blogs que eu ainda leio pensando "poxa, queria ter escrito isso". Peguei um pequeno texto de um deles que eu achei que se encaixaria na minha bagunça:
Decida o que deve ser maior na sua vida, Alice. A coragem para ser o que tiver que ser ou o medo que te esconde no conhecido. Não vacile na indecisão tão sua. Se fosse eu você, me armaria da coragem fornecida por algumas doses de vodka. Você já pagou pra ver e agora só te resta aguardar os dividendos. Olhe em volta e, mais que isso, enxergue. Porque às vezes as coisas boas podem acontecer. E ó, elas acontecem. Não seja tão teimosa, insegura, pessimista. Ouça menos pessoas, escute mais seu coração. Try harder, Alice.
And make it work.
Decida o que deve ser maior na sua vida, Alice. A coragem para ser o que tiver que ser ou o medo que te esconde no conhecido. Não vacile na indecisão tão sua. Se fosse eu você, me armaria da coragem fornecida por algumas doses de vodka. Você já pagou pra ver e agora só te resta aguardar os dividendos. Olhe em volta e, mais que isso, enxergue. Porque às vezes as coisas boas podem acontecer. E ó, elas acontecem. Não seja tão teimosa, insegura, pessimista. Ouça menos pessoas, escute mais seu coração. Try harder, Alice.
And make it work.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Sábado à noite
A solidão pode até servir para alguma coisa quando se trata de uma opção. Você pode optar pela reclusão e ler um bom livro, ver um bom filme ou simplesmente não fazer nada. Às vezes sinto preguiça de socializar. Por mais que odeie ficar sozinha. Veja bem: estar só é diferente de sentir-se só e isso independe de companhia. Você pode se cercar de pessoas incríveis e mesmo assim sentir-se perdido. Só de ter por perto pessoas que não são "losers" como você já é um grande começo. Além do que, existem coisas que vêm à tona mesmo quando a solidão é opcional. Ficam se debatendo, querendo sair. Coisa de gente solitária, entende?
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Não sei se foi a proximidade das datas ou se foi o fato de eu lembrar disso que me fez pensar. Te vi como vilão por muito tempo. Mas sabe, aquele papo de afastamento ajuda mesmo a superar. Só que eu nunca cogitei a hipótese de pensar em como você se sentiu, em como você via as coisas. Como você me viu naquela situação há mais ou menos dois anos. Alguém que era, de certa forma, dependente emocionalmente de você. Foram tempos difíceis e o clichê da "pessoa certa na hora errada". Porém, por mais que goste de pensar que tudo ocorreu no momento certo, tenho minhas dúvidas. Eu também fui vilã, também fiz coisas erradas contigo, agi de modo infantil. Foi até ingrato da minha parte. Mesmo depois de todos os tropeços, não guardo rancor. Queria poder te dizer isso pessoalmente, coisa que as circunstâncias impedem. Hoje não somos mais que estranhos, fato. Gostaria que soubesses que sou extremamente grata pelo que fizeste por mim naqueles tempos sombrios. E que sem teu ombro eu talvez não teria conseguido chegar até aqui. Gostaria de dizer também que isso se sobressai em vista daquilo que foi feito de errado. Porque eu também errei, e muito. Não é pra buscar algum tipo de redenção, apenas pra dizer que eu jamais poderei esquecer quem esteve ao meu lado no pior momento da minha vida. Desculpa e muito obrigada. Por tudo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Leave it.
Olhei para aquela bacia cheia de pipoca com calda de chocolate e pensei: não vou escrever. Tarde demais, cá estou eu num misto de insônia e frio reportando pensamentos que não interessam a ninguém. Vim com tanta sede ao pote que esqueci sobre o que iria vociferar desta vez. Tinha prometido não mais gastar meus pensamentos, palavras e até sonhos com quem não tivesse disponibilidade de, no mínimo, mostrar que se importa. Porque eu mostro. E eu me importo. O fato é que o universo é sacana e tem mania de me colocar no mesmo exato lugar e situação de antes. Seria cômico se não fosse perverso. Tomo o "universo" por eu mesma. Adoro uma situação complicada, adoro fantasiar e até sofrer um pouquinho. Porque sabe, quando machuca é melhor, é poético. Não. Tenho a mania estúpida de colocar as pessoas num pedestal e velar todo e qualquer possível defeito da mesma. Aí crio "laços" imaginários, relações que existem somente no onírico e que mal ultrapassam a linha da minha mente com o real. Dá nojo de ver o quanto "inventamos" pessoas e o quanto de tempo perdemos esperando que lá na frente, que um dia elas se tornem ou que elas retribuam aquilo que fazemos por elas. Quando alguns lugares se tornam familiares, tenho mania de criar neles vínculos além dos que já existem, motivos a mais. Na verdade, os que tenho lá já me bastam e são lindos. Onde viemos parar que o mínimo de atenção que te oferecem já é o suficiente pra você desejar alguém? É a última parada, acho que não consigo esquecer a forma como as coisas foram naquele sábado chuvoso. Rancor, você saberia. Não existe nada e o teu sorriso? Teu sorriso desaparece junto com teus cabelos. Eu quis conhecer, quis ver e sentir. Mas o que esperar de alguém que não quer se deixar conhecer? É normal ficarmos mais velhos e covardes? Os covardes são pó pra mim, são escória. Gente que tem medo de sentir? Não condeno, também já fui de desligar emoções. E todo aquele papinho de valorizar e blablabla. Agora não sei até que ponto é verdadeiro. Não sei mais. Só de esbravejar e tentar decifrar pela última vez esse enigma ou tentar sentir uma ponta de ódio já mostra que existe algo. Em mim, só em mim. Como aquela noite fatídica naquele pub. Ou quando me ignoras com um sorriso que me dói até os ossos. O lado racional segue repetindo que pra mim não há vantagem, chega. O passional repete "só mais uma vez" bem baixinho no pé do meu ouvido. Seguindo um ou outro, termina. Termina o que nem começo teve, termina o que eu inventei pra não esquecer o que é gostar de alguém. E mesmo que fosse alguma coisa, mendigar qualquer tipo de afeto é ridículo até para alguém como eu. Foi um dia horrível e um texto idem. Mas mesmo "isso" existindo somente nas minhas palavras tolas e na minha imaginação, fica fácil saber quando nos importamos além do que deveríamos. Memorizei tudo o que pude, o que o álcool me permitiu. Abraço, beijo, os cabelos molhados e a música. Te vi virar a esquina e ali parada atrás da porta, com os olhos marejados pensei comigo mesma: isso já foi longe demais. E foi mesmo.
Como parar?
Como parar?
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